
Sobre nós
O Instituto Pan-Americano de Engenharia Naval é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos dedicada a estimular o desenvolvimento da engenharia naval e do transporte aquático no continente pan-americano.
Enquanto houver mar, haverá navios; e enquanto houver navios, o Ipin existirá.
Romir Ribeiro
Metas
Os objetivos do Instituto, que podem ser identificados pela sigla IPIN AMERICAS, são:
A) Promover, internacionalmente e especialmente no continente americano, o progresso da engenharia e tecnologia naval, da navegação, da indústria naval e da atividade portuária em todos os seus setores relacionados, incluindo atividades paralelas e subsidiárias.
B) Estimular de todas as formas o ensino da engenharia e tecnologia naval, e ativar a troca de ideias e informações entre os seus membros, divulgando os resultados da pesquisa e o aprimoramento da construção e operação de navios, suas máquinas e equipamentos.
C) Cooperar com instituições similares em todo o mundo para o desenvolvimento da engenharia e tecnologia naval.
D) Publicar regularmente séries de artigos e informações de interesse sobre engenharia naval e tecnologia para disseminação entre seus membros. E) Realizar congressos, simpósios e conferências sobre engenharia naval, navegação, indústria naval e atividades portuárias.
Engenharia Naval e Marítima
Promovemos o desenvolvimento e a excelência da engenharia naval e marítima na América, fomentando o intercâmbio técnico, a inovação e a aplicação das melhores práticas no projeto, construção, operação e manutenção de navios e infraestrutura naval.
Indústria naval e portuária
Promovemos o fortalecimento da indústria naval e portuária através da colaboração entre profissionais, empresas, estaleiros, terminais portuários e instituições, fomentando o crescimento sustentável e competitivo do setor na região.
Formação e Desenvolvimento Profissional
Promovemos a formação contínua de engenheiros, técnicos e estudantes por meio de congressos, simpósios, conferências e atividades acadêmicas, facilitando a disseminação do conhecimento, a pesquisa e o desenvolvimento profissional na área naval.
Cooperação e Redes Internacionais
Promovemos a cooperação internacional entre países, instituições e organizações afins, gerando redes de colaboração técnica e científica que contribuem para o desenvolvimento abrangente do setor naval, marítimo e portuário nas Américas.
Associações e coletivos de empregadores
Atividade IPIN Américas
O IPIN Americas desenvolve e promove atividades relacionadas à engenharia naval, marítima e portuária em todos os países membros do Instituto, em consonância com sua missão e objetivos fundadores. Por meio da cooperação técnica, da troca de conhecimento e da colaboração entre profissionais, instituições e empresas, o Instituto impulsiona o desenvolvimento do setor naval nas Américas, fomentando as melhores práticas, a inovação e o crescimento sustentável.
As ações do IPIN Américas são realizadas por meio de congressos, simpósios, conferências técnicas, publicações especializadas e atividades acadêmicas que refletem a realidade e as necessidades do setor naval e marítimo de cada país membro.
Conselho Administrativo

DR. PEDRO LAMEIRA
PRESIDENTE IPIN AMÉRICAS

D.SC. MARICRUZ FUN SANG C.
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE

Eng. Carlos Maria Godinez
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE

WILSON A. SANCHEZ MENINO
SECRETÁRIO EXECUTIVO
Membros do Conselho Consultivo
Período 2025–2027
| País | Órgano | Título | Nome e sobrenome |
|---|---|---|---|
| Argentina | Conselho Consultivo | Engenheiro | Jorge Pérez Prieto |
| Argentina | Conselho Consultivo | Engenheiro | Lucas Toubes |
| Argentina | Conselho Consultivo | Engenheiro | Martín D'Elía |
| Brasil | Conselho Consultivo | Professor Doutor | Emmanuel Santiago Pereira Loureiro |
| Brasil | Conselho Consultivo | Professor Doutor | Delmo Alves de Moura |
| Brasil | Conselho Consultivo | Professor Doutor | Jean David Capace |
| Chile | Conselho Consultivo | Vice-Almirante (Ret.) | Giancarlo Stagno Canziani |
| Chile | Conselho Consultivo | Contra-almirante | Jaime Sotomayor Bustamante |
| Colômbia | Conselho Consultivo | Contra-almirante | Walter Olmedo Wilches Carvajal |
| Colômbia | Conselho Consultivo | Vice-Almirante (Ret.) | Jorge Enrique Carreño Moreno |
| Cuba | Conselho Consultivo | Licenciada | Natasha Águila Valdés |
| Cuba | Conselho Consultivo | Doutor em Ciências. | Roberto L. González Suárez |
| Cuba | Conselho Consultivo | Doutor | Amado Galiano Ortiz |
| Equador | Conselho Consultivo | Doutor em Ciências. | Alexandre Joffre Chanaba Ruiz |
| Equador | Conselho Consultivo | Capitão | Ivan Arias |
| Equador | Conselho Consultivo | Doutor em Ciências. | Tadea Quintuna |
| España | Conselho Consultivo | Doutor | Luis Carral |
| México | Conselho Consultivo | Engenheiro | Marvin Gutierrez |
| México | Conselho Consultivo | Engenheiro | Aguivar Olidel Vite |
| México | Conselho Consultivo | Engenheiro | Mariana Silva Ortega |
| Panamá | Conselho Consultivo | MINHA (SEGUNDA-FEIRA) | Marcial Olivardia Rowe |
| Panamá | Conselho Consultivo | Engenheiro | Hector Ruiz |
| Uruguai | Conselho Consultivo | Capitão (R) | Ruizdael Ramallo Caramés |
| Uruguai | Conselho Consultivo | Comandante | Enrique Philippi |
| Uruguai | Conselho Consultivo | Engenheiro | Enrique de Souza |
Ex-presidentes e membros eméritos
| Pais | Nome | Período | Copinaval |
|---|---|---|---|
| Brasil | Alm. Jose Celso de Macedo Soares Guimaraes | 1967-1969 | Rio de Janeiro |
| Brasil | Alm. Jose Celso de Macedo Soares Guimaraes | 1969-1971 | Rio de Janeiro |
| Argentina | Capitão Enrique Carranza | 1971-1973 | Buenos Aires |
| Peru | Calma. César Villarán Tapia | 1973-1975 | Cinco |
| Venezuela | Eng. Gonzalo Peñaloza Arenas | 1975-1977 | Caracas |
| México | Eng. Marvin Ángel Gutiérrez Morales | 1977-1979 | Veracruz |
| Chile | Calm. Óscar Paredes Vignolo | 1979-1981 | Viña del Mar |
| EUA | Calma. James Walter Lisanby | 1981-1983 | Washington |
| Equador | Calma. Guillermo Dueñas Iturralde | 1983-1985 | Guayaquil |
| Brasil | Eng. Mauro Fernández Ortiño Campos | 1985-1987 | Rio de Janeiro |
| Chile | Calma. Harald Rosenqvist | 1987-1989 | Viña del Mar |
| Argentina | Eng. Héctor Jorge Macchi | 1989-1991 | Buenos Aires |
| Venezuela | Valm. Ignatius Rock Cimarro | 1991-1993 | Caracas |
| Peru | Calma. Renán Zúñiga Mossone | 1993-1995 | Cinco |
| Uruguai | Eng. Juan Carlos Camaccio | 1995-1997 | Montevidéu |
| Colômbia | Almirante Edgar Romero Vásquez | 1997-1999 | Cartagena das Índias |
| México | Eng. Marvin Ángel Gutiérrez Morales | 1999-2001 | Veracruz |
| Cuba | Dr. José González Cobas | 2001-2003 | Havana |
| Equador | Eng. Cristóbal Mariscal Díaz | 2003-2005 | Cartagena |
| Brasil | Eng. Carlos Rui Botter | 2005-2007 | São Pablo |
| Uruguai | Eng. Carlos Fanta de la Vega | 2007-2009 | Montevidéu |
| Argentina | Eng. Berta Assie | 2009-2011 | Buenos Aires |
| Venezuela | Ing. José Passariello Verdichio | 2011-2013 | Ilha Margarita |
| Uruguai | Eng. Julio Coppola | 2013-2015 | Montevidéu |
| Panamá | Eng. Adán Vega Saenz | 2015-2017 | Panamá |
| Colômbia | Valm. (ra) Jorge Enrique Carreño Moreno | 2017-2019 | Colômbia |
| Cuba | Dr. José González Cobas | 2019-2022 | Cuba |
| México | Eng. Marvin Ángel Gutiérrez Morales | 2022-2024 | Veracruz |
| Peru | Eng. José Luis Mantari | 2024-2025 | Cinco |
| Brasil | Dr. Pedro Dias Lameira | 2025-2027 | Belém |
Diretores
Nossos diretores são figuras de destaque nas áreas naval e marítima em seus respectivos países, com vasta experiência profissional e um compromisso com o desenvolvimento da engenharia naval, da indústria marítima e da cooperação técnica em nível pan-americano.

Eng. Carlos María Godínez
Diretor da Argentina


Prof. Dr. Rui Carlos Manteiga Manteiga
Diretor do Brasil


Contra-Almirante José Hernández Jacir
Diretor do Chile


Vice-almirante Luis Fernando Márquez Velosa
Diretor da Colômbia


Dr. Prezado Francisco Galiano Ortiz
Diretor de Cuba


Dr. Alexandre Joffre Chanabá Ruiz
Diretor do Chile

Nossa História
Fundada em 1966
O Instituto Pan-Americano de Engenharia Naval (IPIN Américas) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos dedicada a promover e estimular o desenvolvimento da engenharia naval, do transporte aquático e da indústria naval nas Américas.
Suas origens remontam a 1966, durante o primeiro Congresso Pan-Americano de Engenharia Naval (COPINAVAL), realizado no Rio de Janeiro, Brasil. Esse encontro pioneiro reuniu centenas de profissionais e especialistas de diferentes países, lançando as bases para uma visão integrada focada na cooperação técnica, na troca de conhecimentos e no fortalecimento da engenharia naval na região.
Presente
Desde então, o IPIN Americas consolidou seu papel como um fórum líder para o setor naval e marítimo, promovendo pesquisa, inovação, treinamento profissional e o desenvolvimento de capacidades técnicas. Ao longo de sua história, a COPINAVAL, evento bienal organizado sob os auspícios do Instituto, percorreu diversos países do continente, adaptando seus temas aos desafios e realidades das indústrias naval, marítima e portuária em cada região.
Atualmente, o IPIN Américas opera em 11 países das Américas — Colômbia, México, Panamá, Cuba, Venezuela, Equador, Peru, Brasil, Chile, Uruguai e Argentina — e mantém a Espanha como parceira estratégica, fortalecendo o intercâmbio técnico e acadêmico em nível internacional. Essa expansão permitiu ao Instituto ampliar seu alcance e consolidar sua presença nas esferas ibero-americana e global.
O Instituto reúne engenheiros navais, técnicos e estudantes, bem como estaleiros, sociedades classificadoras de navios, empresas de máquinas e equipamentos navais, terminais portuários, universidades e outras entidades relacionadas, possibilitando abordar o desenvolvimento do setor a partir de uma perspectiva abrangente e multidisciplinar.
As atividades do IPIN Americas são complementadas pela divulgação de artigos técnicos e científicos produzidos em congressos e encontros internacionais, que constituem uma valiosa contribuição para o conhecimento e a evolução da engenharia naval. Essas publicações refletem o compromisso contínuo do Instituto em manter-se atualizado sobre temas-chave como projeto naval, propulsão marítima, engenharia portuária, sustentabilidade e inovação tecnológica.
A organização funciona como um fórum permanente de colaboração, intercâmbio técnico e científico e disseminação de conhecimento, promovendo a cooperação internacional e fortalecendo as capacidades técnicas do setor naval e marítimo na região.
O Conselho de Administração do IPIN Américas, composto por um Presidente, Vice-Presidentes e um Secretário Executivo, é responsável por liderar e coordenar as atividades institucionais, garantindo a continuidade dos valores fundadores e a projeção futura do Instituto.
Resumo
História dos COPINAVALES
O Congresso Pan-Americano de Engenharia Naval (COPINAVAL) teve início em 1966, no Rio de Janeiro, Brasil, com sua primeira edição. Este evento fundamental reuniu mais de 400 participantes de países das Américas e de outros continentes, e marcou um importante marco com a aprovação, durante o congresso, da criação do Instituto Pan-Americano de Engenharia Naval (IPIN) como órgão de integração técnica e profissional para o setor naval nas Américas.
Desde a sua concepção, o COPINAVAL foi idealizado como um fórum para encontros regulares de engenheiros navais, técnicos, acadêmicos, autoridades e representantes da indústria marítima, com o objetivo de promover a troca de conhecimentos, a apresentação de trabalhos técnicos e o fortalecimento da cooperação regional. Ao longo dos anos, o congresso adotou um formato rotativo, sendo realizado em diferentes países das Américas e consolidando seu alcance pan-americano.
Durante suas primeiras décadas, o COPINAVAL foi realizado em países como Brasil, Argentina, Peru, Venezuela, México, Chile, Equador, Estados Unidos e Uruguai, com participação crescente tanto em número de participantes quanto na quantidade e qualidade dos trabalhos técnicos apresentados. Essas edições iniciais incorporaram atividades complementares de grande relevância, como a Marinexpo, uma exposição da indústria marítima que acompanhou diversos congressos, fortalecendo a ligação entre engenharia, indústria e serviços navais.
A partir da década de 1980, o COPINAVAL expandiu sua estrutura acadêmica com a criação de simpósios especializados, principalmente o Simpósio Pan-Americano de Educação em Engenharia Naval (SYMMEDUC) e o Simpósio de Construção Naval Militar (SYMMISSEL). Esses fóruns promoveram debates técnicos, acadêmicos e estratégicos mais aprofundados em áreas-chave do desenvolvimento naval e marítimo, consolidando o congresso como um fórum regional de referência.
Nas décadas seguintes, a COPINAVAL continuou seu crescimento sustentado, alcançando maior diversidade geográfica e temática. As edições realizadas entre 1990 e 2010 refletiram a ampla participação de delegações das Américas e da Europa, com centenas de participantes e um número significativo de apresentações técnicas, palestras de abertura e atividades institucionais. Em diversas ocasiões, as cerimônias de abertura contaram com a presença de autoridades governamentais de alto nível, demonstrando o reconhecimento institucional do evento.
O COPINAVAL também serviu como palco para decisões estratégicas do IPIN Américas, como a seleção de futuras sedes, homenagens a ex-presidentes e figuras históricas, e mudanças administrativas significativas, incluindo a mudança da sede do Secretariado do Instituto. Esses eventos reforçaram o caráter institucional do congresso como um órgão fundamental para a coordenação e governança do IPIN.
Em suas edições mais recentes, o COPINAVAL manteve sua estrutura de congresso técnico, simpósios especializados e exposição marítima, adaptando seu conteúdo aos desafios contemporâneos da engenharia naval, da indústria marítima, da sustentabilidade, da inovação tecnológica e do desenvolvimento profissional. A continuidade do evento ao longo de várias décadas demonstra o compromisso constante do IPIN Americas com o desenvolvimento e a integração do setor naval nas Américas.
De modo geral, a história da COPINAVALES reflete uma trajetória sólida e sustentada, que permitiu a consolidação de um espaço de referência pan-americano para a engenharia naval e marítima, fortalecendo os laços entre países, instituições e profissionais, e contribuindo significativamente para o avanço técnico e acadêmico do setor.














